Quando a Torre Eiffel voltou a cantar: Céline Dion, a Química da esperança e a beleza de continuar
Há momentos na história da humanidade em que a arte deixa de ser apenas entretenimento para tornar-se um testemunho da capacidade humana de resistir. Na noite de 26 de julho de 2024 [há quase dois anos!], da cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de Paris, o mundo inteiro pareceu prender a respiração diante da imponência da Torre Eiffel. Enquanto milhares de pessoas acompanhavam o espetáculo às margens do Rio Sena, uma figura surgia iluminada entre o aço do maior símbolo francês, um monumento que foi criado apenas para uma exposição científica de outrora. Vestida de georgette de seda branca, sob milhares de cristais que refletiam as luzes da cidade, Céline Dion reaparecia diante do planeta Terra, usava um imponente vestido de alta costura da requintada e estimada grife Dior . Não era apenas uma cantora retornando aos palcos. Ali estava uma mulher enfrentando uma das doenças neurológicas mais raras e incapacitantes conhecidas pela medicina. Uma artista que soube transformar do...